quando games não são necessariamente alienantes

Embora tenha parado com quase todos aqueles jogos online (FarmVille incluído) – via aplicativo Facebook -, não abandonei Bejeweled Blitz nem no Google+ (sim, ele também está lá), no entanto. E vou explicar o porquê.

O que mais me importa nesse jogo cheio de pedrinhas multicores e multiformes (possivelmente uma daquelas variantes do Tetris, um “crássico”), as quais curiosamente fazem-me lembrar aqueles chicletes importados que alegram a infância de qualquer um, não é a competição com outros jogadores, ou a preocupação em acumular a máxima pontuação possível; simplesmente descobri nesse jogo uma maneira de lidar i.e. CONFRONTAR e contornar uma antiga limitação, que é a de resolver tarefas em um período cronometrado de tempo (o famoso “cravadão” – no caso do aplicativo em questão, um minuto para ser mais exato). Isso SEMPRE me perseguiu desde os tempos de escola, inclusive na hora de fazer provas.

Pois o tal do joguinho das pedrinhas serve-me como uma poderosa ferramenta terapêutica nesse sentido, para confrontar e lidar com um antigo problema – e, porque não dizê-lo, tratar de superá-lo. Competição, apenas comigo mesma.

Como pode-se ver, games não são necessariamente alienantes ou emburrecedores; basta saber-se tirar proveito, dependendo da temática do game.

ÓBVIO que, quanto àqueles que fazem apologia à violência e outros propósitos deletérios, aí já não dou-lhes razão.

UPDATE 05/12/2011: e eis aqui um pequeno exemplo de como games e joguinhos em geral podem ajudar, ao invés de alienar.

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