#throwbackthursday da semana🌞 2017 – #gouache sobre #papel em tamanho #cartao #postal / on #postcard sized #paper #iracemaarts #myart #sol #lua #sun #moon #myartwork #cores #colors #desenho #drawing #ilustração #illustrationart #artistoninstagram #artoninsta #illustrationartists #illustration #tbt

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Carimbo em borracha de ideograma

inimangaka

Olá!

Hoje o assunto é menos sobre mangá e mais sobre carimbo. Mencionei em posts anteriores que fiz um carimbo de borracha que no ano passado e queria compartilhar com vocês a experiência.

Tudo começa com uma borracha escolar velha:

E com uma ideia para a imagem do carimbo. No meu caso, escolhi os ideogramas que formam “modesto caminho”.

A primeira imagem é o Tao (origem da palavra taoismo, e o ideograma chinês para a palavra dô japonesa em taekondô, kendô, judô, etc) que significa “caminho”. Depois a combinação dos dois caracteres seguintes parece resultar na palavra “modesto”. Escolhi essa combinação devido ao que o sumiê significa para mim. É impressionante como a gente pode se envolver com uma única pincelada e como o estado de humor altera a qualidade do traço. Não só isso, minhas melhores pinturas derivaram de um estado de espírito em que tudo que eu tinha…

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Pergaminho de treino

inimangaka

Embora esteja um pouquinho fora do tópico dos mangás …

Não seria fantástico treinar a pintar sem gastar uma fortuna com papel e tinta?

Pois é, alguém teve uma ideia muito boa para isso… É para treinar caligrafia de ideogramas (chinês, japonês), então as possibilidades são um pouco limitadas, mas é muito bom para treinar as pinceladas.

Como a caligrafia (shodô) e sumi-ê possuem traços parecidos, considero obrigatório para iniciantes de ambas as modalidades. Digo isso por experiência: gasta-se fortunas com papel jornal e arroz para treinar o bambu. Não é incomum passar um semestre no bambu e na orquídea (os dois primeiros dos quatro nobres) gastando de seis a dez folhas por aula.

Trivia: Os Quatro Nobres do sumi-ê são o bambu, a orquídea, a cerejeira e o crisântemo. Após aprender como pintar essas quatro plantas, o aluno saberia todos os traços básicos desta técnica.

Para se divertir um…

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passando a limpo

Após algumas experiências recentes, tenho passado os últimos meses a refletir sobre a minha própria maneira de relacionar não apenas com os outros, mas para comigo mesma também.

Sob este contexto, procurei rever antigos padrões e hábitos – viciosos -, incluídos os de comportamento. E desta forma venho tentando me conduzir ultimamente, a fazer estas revisões e combater velhos vícios.

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FELIZ / HAPPY 2019

Do meu sketchbook, os meus melhores votos de felicidades e de esperanças sempre renovadas.

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P.S.: e se esta mensagem não agradar a alguns… Já sei que tipo de gente é (além de mal-educada – e cara feia, para mim, é fome), rssssssss

Festas, mais uma vez

Apesar dos livros de colorir terem sido MAIS UM modismo passageiro no Brasil (e fico pasma como tanta coisa no País é movida a modismo, até raça de cachorro), tomei gosto por esse passatempo e nele fiquei, como uma maneira de preencher as horas vagas (juntamente com os meus desenhos e ilustrações). Aliás, quando colorir era “moda”, aproveitei a onda para escolher a dedo os livros publicados e tipos de temática: além das mandalas e dos jardins, outros temas de minha preferência foram as padronagens (gráficas ou florais). Adquiri uns poucos livros, preferindo aqueles que se encaixassem no formato A4 para menos, de modo a caber no meu scanner-impressora para que eu pudesse copiar páginas aleatoriamente escolhidas, a fim de colorir inúmeras variações de um mesmo desenho. (Como se pode ver, não coloria direto no livro!) Por fim, para dar um up no meu escritório, prego a “variação colorida em torno do tema” no mural de cortiça para enfeitar a parede, até que eu pinte um novo desenho, ou nova variação de outro.

E quando as festas de fim de ano chegam, a hora é de colorir temas natalinos para pregar no mural, para lá ficarem durante todo o mês de dezembro.

Neste ano resolvi usar giz de cera mesmo. Descobri que não gosto muito de lápis de cor. Bem, artes também têm disso: em um dado momento, você se surpreende preferindo mais determinadas técnicas, materiais e suportes a outros.

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cores que ressuscitam

Graças a uma postagem de blog em inglês – encontrada em uma desesperada googlada para fins de resolução de problema – consegui recuperar uma aquarela ressecada de pouco mais de 20 anos, que nem pintava mais, não soltava cor, NADA. E salvar uma aquarela velha resultou mais simples do que se pensava: basta umedecê-la com um pouco de água e nela pingar outro pouco de goma arábica líquida (a postagem original manda usar a versão em pó mas, como nunca vi goma arábica com essa apresentação, usei minha goma arábica líquida da Talens, mesmo), deixando descansar por algum tempo – preferi deixar por uma boa semana, 7 dias, para curtir bem. Já ao cabo de poucas horas fez a diferença, como se a aquarela tivesse, literalmente, “ressuscitado”! Fiquei, claro, encantada por não precisar jogar fora algo que, no final das contas, tinha salvação.

Ou seria que a aquarela não estaria “morta”, apenas “adormecida”? Rsssss

A aquarela, de fabricação chinesa (nem lembro mais a marca, mas tinha uma águia na logo), originalmente cremosa em bisnagas de alumínio, virou “pastilha”, com cada cor – de um total de 12, a chamada paleta básica – guardada dentro de um mini godê de plástico (da marca Tigre) comprado especialmente para esse fim, como a foto abaixo mostra. O pote de plástico que guarda os godês foi comprado depois, simplesmente para organizá-los.

E, claro, a aquarela voltou a ser usada desde então, de vento em popa.

Aliás, a postagem à qual refiro fala também da recuperação, além da aquarela, de outros tipos de materiais artísticos como tintas guache, a óleo e acrílica. Vale a pena lê-la, e favoritá-la.

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UPDATE: também apliquei o “remédio” em minha velha aquarela Page London, que tenho desde os 6 anos de idade. Apenas para umas 3 cores não houve jeito de recuperar. Mas isso não é nenhuma desgraça, uma vez que costumo usar aquarelas de marcas diferentes em um mesmo trabalho – uma marca complementa outra.

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viajando em postais (de outra forma)

Como ilustradora, curto desenhar e pintar trabalhos sobre papel em tamanho cartão postal (A6, mais ou menos). Para a obtenção deste tamanho, basta cortar uma folha de papel tamanho A4, ou mesmo A3, até reduzi-lo ao tamanho em questão.

Considero este tamanho inclusive bastante prático para experiências – algumas bem sucedidas, outras não =) mas experiências são assim – com materiais e técnicas, sejam à base de água (como guache e aquarela), de base acrílica ou mesmo óleo – sim, pode-se pintar a óleo e acrílico sobre papel também, desde que o papel seja de boa gramatura – além de testar médiuns como vernizes, fixadores e secantes de acordo com cada tipo de material, e de papel também.

Aliás, sobre óleo/acrílico em papel, no Youtube existem diversos tutoriais a respeito (os que assisti estavam em inglês, como este), assim como postagens de blogs de artistas na Web, como esta. Nada que uma googlada – em português, inglês ou em outro idioma que se domine – não resolva, é o que faço, direto, para sanar dúvidas…

As obras abaixo são aquarelas.

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[UPDATE 10/12/2018] P.S.: pena que por aqui seja difícil de encontrar papel para aquarela já cortado – e impresso no verso – em formato cartão postal (quando encontrado, é invariavelmente importado).