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Carimbo em borracha de ideograma

inimangaka

Olá!

Hoje o assunto é menos sobre mangá e mais sobre carimbo. Mencionei em posts anteriores que fiz um carimbo de borracha que no ano passado e queria compartilhar com vocês a experiência.

Tudo começa com uma borracha escolar velha:

E com uma ideia para a imagem do carimbo. No meu caso, escolhi os ideogramas que formam “modesto caminho”.

A primeira imagem é o Tao (origem da palavra taoismo, e o ideograma chinês para a palavra dô japonesa em taekondô, kendô, judô, etc) que significa “caminho”. Depois a combinação dos dois caracteres seguintes parece resultar na palavra “modesto”. Escolhi essa combinação devido ao que o sumiê significa para mim. É impressionante como a gente pode se envolver com uma única pincelada e como o estado de humor altera a qualidade do traço. Não só isso, minhas melhores pinturas derivaram de um estado de espírito em que tudo que eu tinha…

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Pergaminho de treino

inimangaka

Embora esteja um pouquinho fora do tópico dos mangás …

Não seria fantástico treinar a pintar sem gastar uma fortuna com papel e tinta?

Pois é, alguém teve uma ideia muito boa para isso… É para treinar caligrafia de ideogramas (chinês, japonês), então as possibilidades são um pouco limitadas, mas é muito bom para treinar as pinceladas.

Como a caligrafia (shodô) e sumi-ê possuem traços parecidos, considero obrigatório para iniciantes de ambas as modalidades. Digo isso por experiência: gasta-se fortunas com papel jornal e arroz para treinar o bambu. Não é incomum passar um semestre no bambu e na orquídea (os dois primeiros dos quatro nobres) gastando de seis a dez folhas por aula.

Trivia: Os Quatro Nobres do sumi-ê são o bambu, a orquídea, a cerejeira e o crisântemo. Após aprender como pintar essas quatro plantas, o aluno saberia todos os traços básicos desta técnica.

Para se divertir um…

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passando a limpo

Após algumas experiências recentes, tenho passado os últimos meses a refletir sobre a minha própria maneira de relacionar não apenas com os outros, mas para comigo mesma também.

Sob este contexto, procurei rever antigos padrões e hábitos – viciosos -, incluídos os de comportamento. E desta forma venho tentando me conduzir ultimamente, a fazer estas revisões e combater velhos vícios.

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etapa vencida

Era para postar no começo de março, mas vai atrasado mesmo.

Há pouco mais de um mês, finalmente recebi o diploma de graduação (a 2ª de minha vida) do curso de Bacharelado em Filosofia, pela UnB, após passar por um ambiente no mínimo turbulento😑.

Portanto, como o título diz: mais uma etapa vencida. Valeu a pena. Foram 4 anos de aprendizado (e também de “vendavais”, mas estes não me derrubaram).

Bem, minha vida não parou por causa disso! Sigo em frente, que atrás vem gente.

Obrigada a todo(a)s aquele(a)s que sempre acreditaram em mim.

(E obrigada também à pessoa que, gentilmente, se disponibilizou para tornar esta foto possível)

OBS.: Passei no vestibular em uma sexta-feira 13, e formei-me em pleno Dia Internacional da Mulher.

Uma publicação compartilhada por Iracema (@immb95) em

 

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leituras (i.e. estudo)

Algumas leituras das matérias que estou cursando no semestre – na forma de livro, enquanto outras estão na forma de textos xerocados já comecei a adiantar, se bem que a segunda forma é empregada apenas como último recurso, em um esforço para economizar grana! Quanto ao resto, a biblioteca ajuda. Por sorte, já tenho alguns dos livros, comprados há vários anos aos poucos, em um esforço para montar uma biblioteca filosófica minimamente aceitável.

Este semestre consistirá em uma viagem em voo de pássaro sobre os diferentes sistemas e tradições filosóficos, o papel do saber histórico-filosófico e uma análise estrutural das produções filosóficas, além de uma assimilação das noções de Lógica tal como utilizada no campo da Filosofia.

UPDATE 05/11: em um esforço para obter fontes de credibilidade, foi-me recomendado hoje este excelente blog, “Não Gosto de Plágio”. Vale a pena tê-lo à mão, como ferramenta defensiva, a começar por esta postagem que enumera (ANTI)referências bibliográficas. (e mais esta!) Vale a pena também acompanhar outro blog, Livros e Afins, com respectivas páginas Facebook e Google+ (ver links no próprio blog).

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a inveja é… (recapitulação)

The heart of a jealous person burns when he sees others in a more prosperous condition. He tries his best to bring them disrepute and goes to any length to harm and even destroy them. Even those who seek God and live in caves, often fall victim to this evil quality and lose sight of their high aim in life.

Sri Swami Sivananda

Eis um pequeno ensaio a respeito da inveja, preparado como trabalho de classe durante o período em que cursei a Especialização em Artes Visuais. A propósito, o vídeo foi elaborado tendo este artigo como ponto de partida – e, sobre o trabalho do curso, uma postagem anterior deste blog também discorre.

 

Por fim, algumas declarações de Ayn Rand a respeito.

Sei não… Acho que esse tipo de inveja SEMPRE existiu, desde que o mundo é mundo. Eu diria apenas que a mídia-má-feia-e-bobona e suas técnicas – cada vez mais sofisticadas, nestes dias e tempos ditos modernos- entra como mero AGRAVANTE do processo, jogando “gasolina” à “fogueira” (das vaidades, bem entendido).

UPDATE 02/10: E, a julgar por certas atitudes presenciadas… Para certas pessoas, parece mais fácil morrer de “invejinha” dos outros a admitir as próprias limitações (e, por tabela, sua própria incompetência). Se bem que, certa vez, já me disseram que “INVEJA É UMA ADMIRAÇÃO AZEDADA”…

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