Ano Novo Chinês / Chinese New Year

FELIZ ANO DO PORCO / HAPPY YEAR OF THE PIG

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FELIZ / HAPPY 2019

Do meu sketchbook, os meus melhores votos de felicidades e de esperanças sempre renovadas.

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P.S.: e se esta mensagem não agradar a alguns… Já sei que tipo de gente é (além de mal-educada – e cara feia, para mim, é fome), rssssssss

Festas, mais uma vez

Apesar dos livros de colorir terem sido MAIS UM modismo passageiro no Brasil (e fico pasma como tanta coisa no País é movida a modismo, até raça de cachorro), tomei gosto por esse passatempo e nele fiquei, como uma maneira de preencher as horas vagas (juntamente com os meus desenhos e ilustrações). Aliás, quando colorir era “moda”, aproveitei a onda para escolher a dedo os livros publicados e tipos de temática: além das mandalas e dos jardins, outros temas de minha preferência foram as padronagens (gráficas ou florais). Adquiri uns poucos livros, preferindo aqueles que se encaixassem no formato A4 para menos, de modo a caber no meu scanner-impressora para que eu pudesse copiar páginas aleatoriamente escolhidas, a fim de colorir inúmeras variações de um mesmo desenho. (Como se pode ver, não coloria direto no livro!) Por fim, para dar um up no meu escritório, prego a “variação colorida em torno do tema” no mural de cortiça para enfeitar a parede, até que eu pinte um novo desenho, ou nova variação de outro.

E quando as festas de fim de ano chegam, a hora é de colorir temas natalinos para pregar no mural, para lá ficarem durante todo o mês de dezembro.

Neste ano resolvi usar giz de cera mesmo. Descobri que não gosto muito de lápis de cor. Bem, artes também têm disso: em um dado momento, você se surpreende preferindo mais determinadas técnicas, materiais e suportes a outros.

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experiência | experience

Se artistas como Van Gogh e Rembrandt eram obcecados pela temática do auto-retrato – como as respectivas obras bem podem atestar, tendo eles se retratado em diferentes épocas (tanto as boas quanto as más) de suas vidas -, resolvi experimentar a ideia através de prosaicos egoshots, tirando-os também nos altos e baixos de minha própria vida, para posterior apreciação e reflexão.

Por que não?

É só uma forma de aceitar que, na vida, ninguém é imune ao que julga ser. E nada é para sempre. Para o bom ou para o ruim.

Na melhor das hipóteses essa poderia ser a lição aprendida, ao observar-se o conjunto dos auto-retratos pintados por esses artistas.

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If artists like Van Gogh and Rembrandt were obsessed with the self-portrait thematic – as their respective whole works well can attest, having portrayed themselves at different times (either the good or the bad ones) of their lives -, I decided to experience such idea through prosaic egoshots, taking them also on both highs and lows of my own life, for later appreciation and reflection as well.

Why not?

It’s just a way of accepting that, in life, no one can be immune to what they think themselves supposed to. And nothing is everlasting. Be for the good or for the bad.

At best, such could be the lesson learned by appreciating the entirety of the self-portraying works painted by those artists.

Brincadeira