ideias: os fins e os meios

Em televisão, nada se cria, tudo se copia. (Chacrinha)

No ano de celebração do centenário do nascimento de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, algumas reflexões sobre o processo evolutivo (ou INvolutivo, a depender do ângulo e ponto de vista :D) dos meios de comunicação podem ser feitas.

O que Chacrinha havia dito, um dia, sobre a televisão, vale também para a Internet, com a diferença de que, nesta, o processo se dá em uma tal velocidade (quase como a da luz, ou isso mesmo), em uma tal escala e magnitude, que facilmente perde-se o controle, ficando difícil determinar onde, quando e como tudo começou (i.e. a verdadeira fonte, o verdadeiro crédito das ideias). O que, naturalmente, pode ocasionar injustiças.

Chacrinha, claro, não viveria para presenciar a realidade da Internet. Mas o que ele disse sobre a televisão é bastante significativo e, por que não dizê-lo, clarividente.
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noite de abertura: JANELA DAS EMOÇÕES

Segue um resumo do coquetel de abertura da nossa exposição coletiva de pinturas – aberta ao público até o dia 28 próximo, no Anexo IV da Câmara dos Deputados -, na forma de uma colagem de fotos: algumas tiradas por mim, outras gentilmente cedidas por Carmen Fraga, nobre colega expositora =)

A vernissage foi um sucesso e o espaço, incrível.

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Em anexo, transcrição de RELEASE redigido por mim – com adaptações -, publicado na mídia e no painel de entrada da exposição da Câmara:

UMA JANELA PARA A ARTE

Na arte estão […] visceralmente unidos os dois aspectos […]: o seu lado techné – do­mínio consciente e intencional de meios com o objetivo explícito de atingir um fim pré-determinado – e ao seu lado “magia” – impulso de reconciliação com uma totalidade, experienciada como radicalmente cindida. (DUARTE, Rodrigo A. P., Arte e Modernidade. Psicol. Cienc. Prof., Brasília, v. 14, n. 1-3, 1994. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98931994000100003&lng=pt&nrm=iso. Acessos em 10 abr. 2012)

Os participantes desta mostra são pessoas de diferentes formações, embora tendo um ponto em comum: a ARTE. São diferentes talentos provenientes de diferentes lugares que se encontram na coletiva “JANELA DAS EMOÇÕES”.

Este grupo de artistas participantes vem trilhando, com sua experiência já acumulada, um caminho sólido e promissor através da utilização de diversos materiais, técnicas múltiplas e texturas diversificadas, variando entre o rigor acadêmico e o traço solto, mesclando o clássico e o contemporâneo.

Nestas “janelas” aparentemente tão distintas, sua proposta resulta, no entanto, no supremo objetivo do evento que os une: o amor à expressão artística. Paixão que, por sua vez, promove a integração entre a emoção da criação artística e a visão – ou, talvez, revisão – filosófica do mundo que nos cerca. Portanto, aqui, diferentes visões de mundo convergem em um ponto comum: o aparente parado­xo do emprego “racional” das técnicas artísticas que leva à “magia” (tal como na citação acima) da reflexão e consequente reconciliação com o mundo e o Universo.

Mostra coletiva de arte em comemoração do aniversário do Lago Sul (DF)

LINK PARA O CONVITE NO FACEBOOK

Dia 16 de agosto próximo, a XVIª Região Administrativa estará celebrando o aniversário do Lago Sul com uma série de eventos, que incluem uma grande exposição exclusivamente com artistas dessa região, tanto escultores quanto pintores.

CURADORA
Flávia Isa Obino Boeckel (perfil Facebook)

PORTAL
ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO LAGO SUL

Até o presente momento, em torno de 54 artistas confirmaram participação na mostra:

Adriana Alves, Ambrosina Coradi, Angélica Bittencourt, Antonia Celia, Carmen Fraga, Cecile Martins, Celia Maldonado, Chico Metamorfose, Cristina Portella, Dilza Araújo, Diniz Felix, Dulce D´Assunção, Dulce Schunck, Elca Cascão, Eunice Monteiro, Eusanete Sant´Anna, Fernando Janot, Flávia Cortopassi, F. Caravellas, G. Sardin, Gildred Nascimento, Helvécia Moura, Huet Azevedo, Inez Campos, Iracema Brochado, Irany Poubel, Ivan Batista, Jeanne Maz, Lêda Watson, Lelo, Lia Zveiter, Liane Lopes, Linda Khodr, Lourdes Denicol, Lucilia Feu, Lucymar Melo, Marcia Mazzoni, Marcia Rosa, Marcos França, Mari Lasta, Mª Alice Prata, Marinêz Coral, Marlene Godoy, Moren, Nair Andrade, Nancy Safatle, Pat Bagniewski, Paulino Aversa, Ricardo Stumm, Sanagê, Solange Bogéa, Sy Fiori, Tania Dassow Dias, Theresa Neves, Vivianne Rocha

MAIS DETALHES SERÃO CONFIRMADOS. FIQUE LIGADO(A)!

#Coletiva de #arte #aniversário 52 anos do #lagosul

Uma publicação compartilhada por Iracema (@immb95) em

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evento: coletiva JANELA DAS EMOÇÕES, em agosto

ARTISTAS PARTICIPANTES (ordem alfabética):

Beatriz Cavalcante
Carmen Fraga
Iracema Brochado
Raquel Schmitt
Renata Prata
Solange Lannes

(LINK PARA O EVENTO, NO FACEBOOK)

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Em anexo, transcrição de RELEASE redigido por mim – com adaptações -, publicado na mídia e no painel de entrada da exposição da Câmara:

UMA JANELA PARA A ARTE

Na arte estão […] visceralmente unidos os dois aspectos […]: o seu lado techné – do­mínio consciente e intencional de meios com o objetivo explícito de atingir um fim pré-determinado – e ao seu lado “magia” – impulso de reconciliação com uma totalidade, experienciada como radicalmente cindida. (DUARTE, Rodrigo A. P., Arte e Modernidade. Psicol. Cienc. Prof., Brasília, v. 14, n. 1-3, 1994. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98931994000100003&lng=pt&nrm=iso. Acessos em 10 abr. 2012)

Os participantes desta mostra são pessoas de diferentes formações, embora tendo um ponto em comum: a ARTE. São diferentes talentos provenientes de diferentes lugares que se encontram na coletiva “JANELA DAS EMOÇÕES”.

Este grupo de artistas participantes vem trilhando, com sua experiência já acumulada, um caminho sólido e promissor através da utilização de diversos materiais, técnicas múltiplas e texturas diversificadas, variando entre o rigor acadêmico e o traço solto, mesclando o clássico e o contemporâneo.

Nestas “janelas” aparentemente tão distintas, sua proposta resulta, no entanto, no supremo objetivo do evento que os une: o amor à expressão artística. Paixão que, por sua vez, promove a integração entre a emoção da criação artística e a visão – ou, talvez, revisão – filosófica do mundo que nos cerca. Portanto, aqui, diferentes visões de mundo convergem em um ponto comum: o aparente parado­xo do emprego “racional” das técnicas artísticas que leva à “magia” (tal como na citação acima) da reflexão e consequente reconciliação com o mundo e o Universo.

netiquette – pano para manga (2)

Quando resolvo ensaiar alguma coisa sobre netiqueta, não se trata de “ditar regras” e sim de refletir com base em experiências próximas – e próprias, também.

Desta forma, hoje resolvi escrever um pouco sobre aqueles convites virtuais que se postam no Facebook (recurso para o qual também apelo, quando necessário).

Quem já conhece o recurso, sabe muito bem das ferramentas de que o mesmo dispõe, incluídos aqueles botõezinhos lá no topo da página que disponibilizam aos convidados as opções de aceitar, recusar ou responder com um “talvez” ao evento. OU, simplesmente, não responder, conforme a conveniência do freguês.

Penso que, no caso daqueles que decidem clicar em “RECUSAR” (ou “declinar”), fica implícita uma certa responsabilidade, uma vez que as recusas também estão lá publicadas na página do evento. Trocando em miúdos: àqueles que recusam o convite, caberia responder – agradecendo, justificando a ausência (se possível) e, porque não dizê-lo, desejar boa sorte, sucesso, felicidades etc.

E, para aqueles que me acusam de chata, respondo: não, não estou sendo chata coisíssima nenhuma. Pelo contrário, estou sendo BEM pega-leve, uma vez que não estendo o critério acima especificado àqueles que simplesmente não respondem, ou respondem com um “talvez”. Aí sim, certamente seria exigir demais, rabugice mesmo.

A questão é a de que, conforme já mencionado, as recusas TAMBÉM ficam lá, públicas, no mural, tanto quanto as confirmações ou os “talvezes”. E, convenhamos: nestas circunstâncias, recusar OFICIALMENTE sem nada responder fica chato, e no plano online não seria muito diferente. Talvez até pior, justamente pelo fato das recusas também aparecerem lá para quem quiser ver.

Pensem bem.

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Large Hadron Collider

Dando continuidade ao post anterior (sobre o despertar do meu interesse pela Física, após um período de longa hibernação), eis algumas imagens – salvas em fomato PNG, apesar da “cara de Autocad” – obtidas pelo aplicativo LHSee, através do qual pode-se monitorar os eventos do Large Hadron Collider (LHC), o colisor de partículas destinado a desvendar, entre outros aspectos, elementos referentes à própria origem do Universo.

Pelo aplicativo pode-se, entre outras características, “brincar” de procurar o Bóson de Higgs (moderna versão do Santo Graal, talvez?). Por enquanto, LHSee – gratuito – é exclusividade da plataforma Android (até surpreendeu-me que não exista versão para iOS).

Às vezes tenho a impressão de ver no LHC uma reconstituição de algo já discutido em escritos milenares – e não se trata de “viagem na maionese” por esoterismos de boutique, do tipo New Age: falo em sistemas filosóficos.

In search of the #higgsboson

E, para dar o toque musical a este post: as respectivas versões original (em inglês) e em Português do Rap do LHC.