the-dark-side-of

Dedicated to all Facebook flatterers (who seems NOT to allow others to have even a single bit of constructive criticism, whether of the humorous kind or not) – plus some updates.

P.S.: (UPDATE july 11th 2012) for those who call critics like these ‘losers’ or some other demerit of their preference (as demonstrated in several comments posted to the videos), hopefully it should be expected to the former NOT to lead their adulation to the point of buying FB shares, lately. Otherwise, we shall see who might be the REAL loser, in the end :))))))

And then, one fine day…

‘follow the leaders’ series (a compilation)

By spending some time watching some YT stuff about our valorous, powerful international leaders (wherever they come from), this playlist has been compiled for my, your, our own amusement.

(Playlist occasionally updated)

the Uirapuru

While cyber-navigating I just had found an audio caption of a brazilian songbird’s chant (well, there are LOTS the Web away). The species, whose habitat is located in the Brazilian Amazon’s rainforests, is locally known as ‘Uirapuru’ (Cyphorhinus aradus), shown here in the photo.

This bird’s chant has a mythical meaning (originated within Brazilian native indian folk tales) to the Amazonian native, as listening to it is a quite rare experience: if one’s fortunate enough to have a listen they’re advised about grabbing this probably unique opportunity of their lives to make a wish. Thus, the Uirapuru chant is traditionally regarded in local folklore as an auspicious sign that brings good fortune and happiness.

Listening to the chant, and blissfully feeling its limpid beauty, perhaps should help to explain why it is so…

P.S.: although entries of both English and Portuguese versions are available on Wikipedia, unfortunately the English version is shorter than the Portuguese entry (which contains much more information about the species, either biological or cultural).

philosophy studies

Recently I’d decided to made some professional changes in my life, and Philosophical studies are in such context.

Unfortunately, for the time being there aren’t enough conditions for me to attend college in this sense (yet I already own a major degree, in a different area), so… The best I can do for myself for now is reading Philosophy books, as many as I can (whether purchased or borrowed).

Studies has been taken in an organised way, though, commencing from the very start – i.e. from Eastern Philosophy (Chinese-Indian-Persian) and the Ancient Greek. Further philosophical readings/authors should be added in a proper chronological order, following the timeline of the distinct philosophical schools and traditions through the ages.

However, I must stress that my interest on Philosophy is not merely, say, ‘contemplative’ – it’s also scientifical, as many sciences like Physics, Psychology etc. derived themselves from Philosophy (esp. the from Ancient Greek).

Well, I think that’s all, for the time being… Excusez-moi, real life calls 🙂

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experiência | experience

Se artistas como Van Gogh e Rembrandt eram obcecados pela temática do auto-retrato – como as respectivas obras bem podem atestar, tendo eles se retratado em diferentes épocas (tanto as boas quanto as más) de suas vidas -, resolvi experimentar a ideia através de prosaicos egoshots, tirando-os também nos altos e baixos de minha própria vida, para posterior apreciação e reflexão.

Por que não?

É só uma forma de aceitar que, na vida, ninguém é imune ao que julga ser. E nada é para sempre. Para o bom ou para o ruim.

Na melhor das hipóteses essa poderia ser a lição aprendida, ao observar-se o conjunto dos auto-retratos pintados por esses artistas.

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If artists like Van Gogh and Rembrandt were obsessed with the self-portrait thematic – as their respective whole works well can attest, having portrayed themselves at different times (either the good or the bad ones) of their lives -, I decided to experience such idea through prosaic egoshots, taking them also on both highs and lows of my own life, for later appreciation and reflection as well.

Why not?

It’s just a way of accepting that, in life, no one can be immune to what they think themselves supposed to. And nothing is everlasting. Be for the good or for the bad.

At best, such could be the lesson learned by appreciating the entirety of the self-portraying works painted by those artists.

Brincadeira

sobre a inveja (crônica)

Para entender-se um pouco do mecanismo insidioso que a inveja representa, um bom passo é assistir e observar a trama e os personagens de Amadeus (1984), do cineasta tcheco Milos Forman (um dos meus favoritos, diga-se de passagem) – ou, pelo menos, leia-se a peça original do prestigiado e premiado dramaturgo inglês Sir Peter Schaeffer, no qual o filme inspirou-se. A propósito, este mesmo dramaturgo teve outras duas peças suas adaptadas para o cinema, anteriormente: Equus (1977) e The Royan Hunt of The Sun (1970), cujo título em português não lembro, se bem que o mesmo era exibido (e eu assistia) nas sessões coruja da vida, no meu tempo de garota.

Falando da peça Amadeus lembro-me ainda que a mesma, nos anos 80, foi montada no Brasil, com Raul Cortez (1932-2006) no papel de Salieri. Não assisti a essa montagem, infelizmente; mas, com um ator do porte de Raul Cortez no elenco, deve ter sido fantástico, uma vez que o saudoso – e extraordinário – ator era garantia de bons espetáculos. E Equus também foi brindada com uma montagem brasileira na década de 70, na mesma época em que o filme homônimo foi lançado.

Não me perderei aqui em comentários sobre a a peça Amadeus – adaptada em clima mais light às telas – ou a obra do dramaturgo inglês como um todo, assim como as características mais marcantes de suas peças (constantes, aliás, em qualquer boa peça teatral que se preze): diálogos densos e igualmente densa caracterização psicológica dos personagens, entre outros. E, de mais a mais, em um país como o Brasil, Teatro é – apesar de alguns bons momentos, naturalmente – um terreno inevitavelmente ingrato. Por outro lado, enquanto Forman “amaciou” Amadeus para o público de cinema, as versões cinematográficas de Equus e The Royal Hunt… (que não são do mesmo diretor, veja-se bem) permaneceram mais fiéis às respectivas versões teatrais originais.

Apenas comento sobre Amadeus, the motion picture (não resisti), este mais acessível; afinal, qualquer locadora minimamente sortida deve tê-lo em seu acervo, disponível para aluguel. Se bem que, por tratar-se de um filme tão bom, desses de que JAMAIS enjôo, tratei de devidamente incorporá-lo ao meu acervo particular de DVDs. Com um detalhe: a cópia de que disponho é a chamada versão do diretor, com alguns cruciais minutos a mais que acabam por desvendar uma nova dimensão tanto ao próprio enredo quanto aos olhos do espectador atento – diferentemente da versão veiculada nos cinemas no ano de sua estréia nos cinemas, e por mim assistida à época.

Na trama – e aqui chegamos ao ponto -, toda uma psicologia da inveja é esmiuçada, e não apenas através do músico Salieri, mas também de toda a concorrência da corte austríaca daqueles idos do século XVIII, que via no talento de Mozart uma verdadeira ameaça, por assim dizer.

Na versão veiculada por ocasião da estréia do filme, o tom maniqueísta é mais forte: Salieri, esse “monstro” medíocre e certinho minando aos poucos, com seu olhar seca-pimenteira, a energia do genial e indisciplinado concorrente.

Porém, na versão do diretor em DVD aqueles preciosos minutos a mais desvelam uma dimensão mais humana dos dois rivais (ou “inimigos íntimos”?), de suas respectivas condutas – e, sobremaneira, motivações pessoais. Desta forma, entende-se porque Salieri passou a odiar Mozart e como este por seu turno não era, a despeito de toda sua genialidade, florzinha que se cheirasse. Pois, como o próprio cartunista Henfil ( 1944-1988 ) resumiu, certa vez: “Arte e caráter não têm nada a ver uma coisa com outra. Infelizmente, ou felizmente”. Humanos feitos do mesmíssimo barro, no qual misturam-se virtudes, defeitos e limitações, enfim.

Desta forma, assim como Salieri, lá no íntimo de seu ser, reconhecia a genialidade de seu concorrente, a inveja é, como bem definiu alguém conhecido meu, certa vez, uma admiração azedada: no fundo, o invejoso admite os méritos do objeto de seu sentimento deletério, embora não dê o braço a torcer jamais.

Portanto, digamos que retifico a moral de uma antiga fábula, a qual apregoava que “a inveja não admite o mérito”: admite, sim – embora, repetindo, não dê o braço a torcer, preferindo antes puxar o tapete.

Porque, em nossa humanidade limitada e mesquinha, acabamos por perturbadoramente enxergar-nos muitíssimo mais em Salieri, por mais que não o desejemos: todos somos um pouco como ele. Ele está em cada um de nós, como realmente somos. E ele é de fato como autoproclama-se, apoteótico, o “santo padroeiro” da nossa mediocridade.

…E o caminhão de gás, alheio a tudo segue, impávido, assassinando Für Elise.

UPDATE: trabalho de pós-graduação, feito em 2010

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my Web Horror Show

Apresentando a vocês, o melhor do pior – em vídeos cuidadosamente selecionados de vários lugares e idiomas possíveis como, digamos, Meu Horror Show Particular ou, pelo menos, minha singela homenagem à chamada mídia-má-feia-e-bobona :O) Alguns dos vídeos exibem situações (involuntariamente) engraçadas; outros, cenas ou coisas simplesmente inacreditáveis. Rir, para não chorar.
Por outro lado, infelizmente todos, ou pelo menos vários vídeos compilados não dispõem de traduções legendadas.
De qualquer modo, espero que esta seleção divirta vocês. Como sempre faço com as outras playlists, esta também é freqüentemente atualizada.
Now introducing, the best of the worst – on carefully selected videos from several places and in several languages as possible as, say, My Private Horror Showor, at least, my ‘humble’ tribute to the so-called wicked media :O) Some of the videos show (involuntarily) funny situations; others, just plainly unbelievable scenes or things. As we brazilians use to say, “laugh for not to cry”.
On the other hand, unfortunately all or at least most videos compiled do not have translated subtitles.
Anyway, I hope this selection will keep you amused. Like I always do with the other playlists, this one is regularly updated, too.
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