a inveja é… (recapitulação)

The heart of a jealous person burns when he sees others in a more prosperous condition. He tries his best to bring them disrepute and goes to any length to harm and even destroy them. Even those who seek God and live in caves, often fall victim to this evil quality and lose sight of their high aim in life.

Sri Swami Sivananda

Eis um pequeno ensaio a respeito da inveja, preparado como trabalho de classe durante o período em que cursei a Especialização em Artes Visuais. A propósito, o vídeo foi elaborado tendo este artigo como ponto de partida – e, sobre o trabalho do curso, uma postagem anterior deste blog também discorre.

Por fim, algumas declarações de Ayn Rand a respeito.

Sei não… Acho que esse tipo de inveja SEMPRE existiu, desde que o mundo é mundo. Eu diria apenas que a mídia-má-feia-e-bobona e suas técnicas – cada vez mais sofisticadas, nestes dias e tempos ditos modernos- entra como mero AGRAVANTE do processo, jogando “gasolina” à “fogueira” (das vaidades, bem entendido).

UPDATE 02/10: E, a julgar por certas atitudes presenciadas… Para certas pessoas, parece mais fácil morrer de “invejinha” dos outros a admitir as próprias limitações (e, por tabela, sua própria incompetência). Se bem que, certa vez, já me disseram que “INVEJA É UMA ADMIRAÇÃO AZEDADA”…

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sobre a inveja: o vídeo

Nesta semana fiz um vídeo, como “dever de casa” para o o curso de Especialização em Artes Visuais, e posto-o aqui, também: uma análise do filme Amadeus, de Milos Forman, precisamente sobre a versão do diretor, lançada em edição comemorativa dos 20 anos de estréia do filme nos cinemas e cujo DVD consta no meu acervo pessoal. O trabalho permitia a escolha de um filme – qualquer um.
Quanto ao vídeo, na verdade trata-se de adaptação de um artigo postado em 2008 em outro blog meu (já extinto), “Sobre a Inveja”. Um esforço foi feito para adaptar-se o texto a uma linguagem mais objetiva como o veículo em questão exige, e que não excedesse 5 minutos.
Tanto no artigo original quanto no vídeo, ensaia-se um cotejamento entre as 2 versões do filme de Forman (ou seja, a que estreou nos cinemas em 1984 e a versão do diretor) e, em um segundo plano, a própria peça do dramaturgo inglês Peter Shaeffer, na qual o filme se baseou.

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