noite de abertura: JANELA DAS EMOÇÕES

Segue um resumo do coquetel de abertura da nossa exposição coletiva de pinturas – aberta ao público até o dia 28 próximo, no Anexo IV da Câmara dos Deputados -, na forma de uma colagem de fotos: algumas tiradas por mim, outras gentilmente cedidas por Carmen Fraga, nobre colega expositora =)

A vernissage foi um sucesso e o espaço, incrível.

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Em anexo, transcrição de RELEASE redigido por mim – com adaptações -, publicado na mídia e no painel de entrada da exposição da Câmara:

UMA JANELA PARA A ARTE

Na arte estão […] visceralmente unidos os dois aspectos […]: o seu lado techné – do­mínio consciente e intencional de meios com o objetivo explícito de atingir um fim pré-determinado – e ao seu lado “magia” – impulso de reconciliação com uma totalidade, experienciada como radicalmente cindida. (DUARTE, Rodrigo A. P., Arte e Modernidade. Psicol. Cienc. Prof., Brasília, v. 14, n. 1-3, 1994. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98931994000100003&lng=pt&nrm=iso. Acessos em 10 abr. 2012)

Os participantes desta mostra são pessoas de diferentes formações, embora tendo um ponto em comum: a ARTE. São diferentes talentos provenientes de diferentes lugares que se encontram na coletiva “JANELA DAS EMOÇÕES”.

Este grupo de artistas participantes vem trilhando, com sua experiência já acumulada, um caminho sólido e promissor através da utilização de diversos materiais, técnicas múltiplas e texturas diversificadas, variando entre o rigor acadêmico e o traço solto, mesclando o clássico e o contemporâneo.

Nestas “janelas” aparentemente tão distintas, sua proposta resulta, no entanto, no supremo objetivo do evento que os une: o amor à expressão artística. Paixão que, por sua vez, promove a integração entre a emoção da criação artística e a visão – ou, talvez, revisão – filosófica do mundo que nos cerca. Portanto, aqui, diferentes visões de mundo convergem em um ponto comum: o aparente parado­xo do emprego “racional” das técnicas artísticas que leva à “magia” (tal como na citação acima) da reflexão e consequente reconciliação com o mundo e o Universo.

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aplicativos multitarefa

À medida em que familiarizo-me com o PicsArt (aplicativo exclusivo do Android, por enquanto – os iPhonemaníacos esnobam, e eu esnobo de volta, ui!), constato que ele serve não apenas como diversão, mas também como verdadeira ferramenta de trabalho, para divulgação ou resumo de eventos e ocasiões – como estes que fiz, divulgados via Instagram, Streamzoo (e pelo Twitpic também) e, por tabela, pelos Flickrs e Picasas da vida.

Com todos os recursos de que o aplicativo dispõe, talvez eu não exagere ao afirmar que o PicsArt é um verdadeiro “mini-Corel” para celular.

Minha página no PicsArt

netiquette: pano para manga

Tá certo que postar fotos de pets o tempo todo enche o saco dos outros (aliás, nada mais enervante do que falta de assunto).

Mas “FOODIES” e GASTROCHATOS inveterados a fotografarem e postarem – compulsiva e obsessivamente – fotos do promeiro “pê-efe” que aparece na frente (seja qual for o tipo de comida, vertente etc.) estão no mesmo patamar.

Tribo “porn-food”: por gentileza, SE MANCA. “Banquetes virtuais” enfastiam. Comer com os olhos também (podendo levar à indigestão). Tanto que parei de seguir gente no Instagram, por causa disso.

E a febre é tamanha que pode certamente levar a mal-entendidos. Daí, para confundir-se chefs profissionais (que façam uso desse tipo de aplicativo para fins editoriais e de divulgação do seu trabalho, suponhamos) com gastrochatos “mais-realistas-que-o-rei” pode ser só um passo (isso, para não falar de chefs que até largaram a profissão por causa dos gastrochatos. Tremendo quiprocó). Mas, como males também podem vir para o bem… De vez em quando alguns gastrochatos prestam serviço, ao reclamar da qualidade do atendimento, por exemplo.

Não para menos, já tem restaurante proibindo os fregueses de fotografar os pratos, lá fora.

Estes casos representam, enfim, variantes de incontinência digital, como outras tantas que assolam o cyberespaço.

UPDATE 10/05: a título de informação, existem aplicativos de celular específicos, através dos quais os aficionados em gastronomia podem organizar suas notas, receitas, fotos etc. e “trocar figurinhas” com os demais membros da tribo sem que poluam outros aplicativos. Como o Evernote Food (desdobramento do Evernote), por exemplo.

Domingo / Sunday

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