Large Hadron Collider

Dando continuidade ao post anterior (sobre o despertar do meu interesse pela Física, após um período de longa hibernação), eis algumas imagens – salvas em fomato PNG, apesar da “cara de Autocad” – obtidas pelo aplicativo LHSee, através do qual pode-se monitorar os eventos do Large Hadron Collider (LHC), o colisor de partículas destinado a desvendar, entre outros aspectos, elementos referentes à própria origem do Universo.

Pelo aplicativo pode-se, entre outras características, “brincar” de procurar o Bóson de Higgs (moderna versão do Santo Graal, talvez?). Por enquanto, LHSee – gratuito – é exclusividade da plataforma Android (até surpreendeu-me que não exista versão para iOS).

Às vezes tenho a impressão de ver no LHC uma reconstituição de algo já discutido em escritos milenares – e não se trata de “viagem na maionese” por esoterismos de boutique, do tipo New Age: falo em sistemas filosóficos.

In search of the #higgsboson

E, para dar o toque musical a este post: as respectivas versões original (em inglês) e em Português do Rap do LHC.

depois da hibernação

Curiosamente, o fato de ter tido apenas maus professores de Física pelos níveis fundamental e médio afora não afastou de todo meu interesse pela área – interesse que pode haver “hibernado” por longos anos, mas jamais enterrado. Tanto que tenho alimentado um incomum interesse pela Física ultimamente, que nem imaginava ter um dia.

E nem maus professores conseguiram impedir.

Se bem que o interesse, além de científico, é também FILOSÓFICO – e não tão discrepante, como possa parecer; haja vista a filosofia grega como matriz de várias ciências que se desenvolveram com o passar dos séculos – somando-se aos enunciados de alguns sistemas filosóficos orientais (nestes, sua VERDADEIRA gênese) mais antigos.

Mas talvez explique isto mais tarde; não agora. Não, não estou esquivando-me de nada: apenas tratando de elaborar as ideias.

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