ideias: os fins e os meios

Em televisão, nada se cria, tudo se copia. (Chacrinha)

No ano de celebração do centenário do nascimento de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, algumas reflexões sobre o processo evolutivo (ou INvolutivo, a depender do ângulo e ponto de vista :D) dos meios de comunicação podem ser feitas.

O que Chacrinha havia dito, um dia, sobre a televisão, vale também para a Internet, com a diferença de que, nesta, o processo se dá em uma tal velocidade (quase como a da luz, ou isso mesmo), em uma tal escala e magnitude, que facilmente perde-se o controle, ficando difícil determinar onde, quando e como tudo começou (i.e. a verdadeira fonte, o verdadeiro crédito das ideias). O que, naturalmente, pode ocasionar injustiças.

Chacrinha, claro, não viveria para presenciar a realidade da Internet. Mas o que ele disse sobre a televisão é bastante significativo e, por que não dizê-lo, clarividente.
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Higiene mental

Há alguns meses, decidi não mais amanhecer lendo ou ouvindo noticiários, (particularmente ouvindo-os no rádio – TV, nem assisto); desde então, deixo para acompanhar notícias apenas no decorrer do dia. Por um simples motivo: a julgar por determinadas temáticas, hum, recorrentes nestes dias e tempos (e não é difícil saber quais são), prefiro não iniciar meu dia-a-dia de forma desagradável, pelo contrário, tratando de esfriar a cabeça o máximo possível.

Cada um encontra sua fórmula de lidar com esses assuntos, e não fiz mais do que encontrar a minha.

UPDATE 22-04-2016:Pare de ficar lendo notícias o dia inteiro, procurando coisas novas, querendo ser o primeiro a saber de tudo. Mais cedo ou mais tarde a notícia chegará até você.

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Topo Gigio e a fama

Pois é: até Topo Gigio apareceu no aclamado programa de TV norte-americano The Ed Sullivan Show. Qualquer pessoa minimamente informada sabe o que significava uma aparição, ainda que rápida, nesse programa: fama certa (o que, nos EUA, equivale a ganhar na loteria; não é como no Brasil), ou, no mínimo, um ponto prestigioso no currículo.

(E por acaso alguém do staff do jornal O Pasquim chegou a tanto, algum dia? Nem em sonhos…)

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noite de abertura: JANELA DAS EMOÇÕES

Segue um resumo do coquetel de abertura da nossa exposição coletiva de pinturas – aberta ao público até o dia 28 próximo, no Anexo IV da Câmara dos Deputados -, na forma de uma colagem de fotos: algumas tiradas por mim, outras gentilmente cedidas por Carmen Fraga, nobre colega expositora =)

A vernissage foi um sucesso e o espaço, incrível.

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Em anexo, transcrição de RELEASE redigido por mim – com adaptações -, publicado na mídia e no painel de entrada da exposição da Câmara:

UMA JANELA PARA A ARTE

Na arte estão […] visceralmente unidos os dois aspectos […]: o seu lado techné – do­mínio consciente e intencional de meios com o objetivo explícito de atingir um fim pré-determinado – e ao seu lado “magia” – impulso de reconciliação com uma totalidade, experienciada como radicalmente cindida. (DUARTE, Rodrigo A. P., Arte e Modernidade. Psicol. Cienc. Prof., Brasília, v. 14, n. 1-3, 1994. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98931994000100003&lng=pt&nrm=iso. Acessos em 10 abr. 2012)

Os participantes desta mostra são pessoas de diferentes formações, embora tendo um ponto em comum: a ARTE. São diferentes talentos provenientes de diferentes lugares que se encontram na coletiva “JANELA DAS EMOÇÕES”.

Este grupo de artistas participantes vem trilhando, com sua experiência já acumulada, um caminho sólido e promissor através da utilização de diversos materiais, técnicas múltiplas e texturas diversificadas, variando entre o rigor acadêmico e o traço solto, mesclando o clássico e o contemporâneo.

Nestas “janelas” aparentemente tão distintas, sua proposta resulta, no entanto, no supremo objetivo do evento que os une: o amor à expressão artística. Paixão que, por sua vez, promove a integração entre a emoção da criação artística e a visão – ou, talvez, revisão – filosófica do mundo que nos cerca. Portanto, aqui, diferentes visões de mundo convergem em um ponto comum: o aparente parado­xo do emprego “racional” das técnicas artísticas que leva à “magia” (tal como na citação acima) da reflexão e consequente reconciliação com o mundo e o Universo.

evento: coletiva JANELA DAS EMOÇÕES, em agosto

ARTISTAS PARTICIPANTES (ordem alfabética):

Beatriz Cavalcante
Carmen Fraga
Iracema Brochado
Raquel Schmitt
Renata Prata
Solange Lannes

(LINK PARA O EVENTO, NO FACEBOOK)

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Em anexo, transcrição de RELEASE redigido por mim – com adaptações -, publicado na mídia e no painel de entrada da exposição da Câmara:

UMA JANELA PARA A ARTE

Na arte estão […] visceralmente unidos os dois aspectos […]: o seu lado techné – do­mínio consciente e intencional de meios com o objetivo explícito de atingir um fim pré-determinado – e ao seu lado “magia” – impulso de reconciliação com uma totalidade, experienciada como radicalmente cindida. (DUARTE, Rodrigo A. P., Arte e Modernidade. Psicol. Cienc. Prof., Brasília, v. 14, n. 1-3, 1994. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98931994000100003&lng=pt&nrm=iso. Acessos em 10 abr. 2012)

Os participantes desta mostra são pessoas de diferentes formações, embora tendo um ponto em comum: a ARTE. São diferentes talentos provenientes de diferentes lugares que se encontram na coletiva “JANELA DAS EMOÇÕES”.

Este grupo de artistas participantes vem trilhando, com sua experiência já acumulada, um caminho sólido e promissor através da utilização de diversos materiais, técnicas múltiplas e texturas diversificadas, variando entre o rigor acadêmico e o traço solto, mesclando o clássico e o contemporâneo.

Nestas “janelas” aparentemente tão distintas, sua proposta resulta, no entanto, no supremo objetivo do evento que os une: o amor à expressão artística. Paixão que, por sua vez, promove a integração entre a emoção da criação artística e a visão – ou, talvez, revisão – filosófica do mundo que nos cerca. Portanto, aqui, diferentes visões de mundo convergem em um ponto comum: o aparente parado­xo do emprego “racional” das técnicas artísticas que leva à “magia” (tal como na citação acima) da reflexão e consequente reconciliação com o mundo e o Universo.

joio X trigo

Na dita mídia algumas pessoas sofrem de verdade, como nestes casos – enquanto noutros, parece-se aproveitar da condição influente exercida no momento, em um misto de mau gosto e indignidade (tome-se ainda a “cultura do coitadinho”, tão cara a estas plagas, como “agravante”).

Resumidamente, parece assim a coisa.

A questão é saber discernir.

A great #sunday #statigram #1millionusers

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