miragem

Também estou farta desse velho discurso sobre “Brasil-País-do-Futuro”, em um disco já gasto de tanto tocar por todas estas décadas afora, arranhado e pulando sempre.

Como as coisas vão, Brasil parece, de fato, fadado a ser o ETERNO “país do futuro” (a culpa, certamente, não é de Stefan Zweig – ele sinceramente acreditava no que via, quando o país era um tanto diferente do que se vê hoje) – onde o futuro se assemelha àquela miragem em um deserto que, sempre que tenta-se alcançar, desaparece.

E nunca sai disso.

Parece maldição.

P.S.: enquanto isso, no eterno “País do Futuro”, o “AMANHÔ já virou peça de museu (mantido com dinheiro público) – LITERALMENTE.


UPDATE 15/12

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