ideias: os fins e os meios

Em televisão, nada se cria, tudo se copia. (Chacrinha)

No ano de celebração do centenário do nascimento de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, algumas reflexões sobre o processo evolutivo (ou INvolutivo, a depender do ângulo e ponto de vista :D) dos meios de comunicação podem ser feitas.

O que Chacrinha havia dito, um dia, sobre a televisão, vale também para a Internet, com a diferença de que, nesta, o processo se dá em uma tal velocidade (quase como a da luz, ou isso mesmo), em uma tal escala e magnitude, que facilmente perde-se o controle, ficando difícil determinar onde, quando e como tudo começou (i.e. a verdadeira fonte, o verdadeiro crédito das ideias). O que, naturalmente, pode ocasionar injustiças.

Chacrinha, claro, não viveria para presenciar a realidade da Internet. Mas o que ele disse sobre a televisão é bastante significativo e, por que não dizê-lo, clarividente.

TILE WALL

Advertisements

Higiene mental

Há alguns meses, decidi não mais amanhecer lendo ou ouvindo noticiários, (particularmente ouvindo-os no rádio – TV, nem assisto); desde então, deixo para acompanhar notícias apenas no decorrer do dia. Por um simples motivo: a julgar por determinadas temáticas, hum, recorrentes nestes dias e tempos (e não é difícil saber quais são), prefiro não iniciar meu dia-a-dia de forma desagradável, pelo contrário, tratando de esfriar a cabeça o máximo possível.

Cada um encontra sua fórmula de lidar com esses assuntos, e não fiz mais do que encontrar a minha.

UPDATE 22-04-2016:Pare de ficar lendo notícias o dia inteiro, procurando coisas novas, querendo ser o primeiro a saber de tudo. Mais cedo ou mais tarde a notícia chegará até você.

SENAC-DF 2009-2010: Especialização lato sensu em Artes Visuais//embedr.flickr.com/assets/client-code.js

Topo Gigio e a fama

Pois é: até Topo Gigio apareceu no aclamado programa de TV norte-americano The Ed Sullivan Show. Qualquer pessoa minimamente informada sabe o que significava uma aparição, ainda que rápida, nesse programa: fama certa (o que, nos EUA, equivale a ganhar na loteria; não é como no Brasil), ou, no mínimo, um ponto prestigioso no currículo.

(E por acaso alguém do staff do jornal O Pasquim chegou a tanto, algum dia? Nem em sonhos…)