Artes Visuais: monografia de conclusão de curso (e outros materiais)

O que está aqui incorporado refere-se ao curso de Especialização lato sensu em Artes Visuais, feito de outubro de 2009 a dezembro de 2010, pelo SENAC-DF.

Aqui está a monografia (sei que não dá pra ver nada, mas deixei assim de propósito).

E este é o powerpoint preparado para o dia da defesa da mesma.

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UPDATE set2017 – Resolvi acrescentar a este post outro vídeo: um “dever de casa” produzido durante um dos módulos do curso.

 

2013: retrospectiva / retrospective

Clube Internacional de Brasília

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Câmara Legislativa do Distrito Federal

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OBS.: esta retrospectiva é, simultaneamente, “SAIDEIRA”.

noite de abertura: JANELA DAS EMOÇÕES

Segue um resumo do coquetel de abertura da nossa exposição coletiva de pinturas – aberta ao público até o dia 28 próximo, no Anexo IV da Câmara dos Deputados -, na forma de uma colagem de fotos: algumas tiradas por mim, outras gentilmente cedidas por Carmen Fraga, nobre colega expositora =)

A vernissage foi um sucesso e o espaço, incrível.

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Em anexo, transcrição de RELEASE redigido por mim – com adaptações -, publicado na mídia e no painel de entrada da exposição da Câmara:

UMA JANELA PARA A ARTE

Na arte estão […] visceralmente unidos os dois aspectos […]: o seu lado techné – do­mínio consciente e intencional de meios com o objetivo explícito de atingir um fim pré-determinado – e ao seu lado “magia” – impulso de reconciliação com uma totalidade, experienciada como radicalmente cindida. (DUARTE, Rodrigo A. P., Arte e Modernidade. Psicol. Cienc. Prof., Brasília, v. 14, n. 1-3, 1994. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98931994000100003&lng=pt&nrm=iso. Acessos em 10 abr. 2012)

Os participantes desta mostra são pessoas de diferentes formações, embora tendo um ponto em comum: a ARTE. São diferentes talentos provenientes de diferentes lugares que se encontram na coletiva “JANELA DAS EMOÇÕES”.

Este grupo de artistas participantes vem trilhando, com sua experiência já acumulada, um caminho sólido e promissor através da utilização de diversos materiais, técnicas múltiplas e texturas diversificadas, variando entre o rigor acadêmico e o traço solto, mesclando o clássico e o contemporâneo.

Nestas “janelas” aparentemente tão distintas, sua proposta resulta, no entanto, no supremo objetivo do evento que os une: o amor à expressão artística. Paixão que, por sua vez, promove a integração entre a emoção da criação artística e a visão – ou, talvez, revisão – filosófica do mundo que nos cerca. Portanto, aqui, diferentes visões de mundo convergem em um ponto comum: o aparente parado­xo do emprego “racional” das técnicas artísticas que leva à “magia” (tal como na citação acima) da reflexão e consequente reconciliação com o mundo e o Universo.

evento: coletiva JANELA DAS EMOÇÕES, em agosto

ARTISTAS PARTICIPANTES (ordem alfabética):

Beatriz Cavalcante
Carmen Fraga
Iracema Brochado
Raquel Schmitt
Renata Prata
Solange Lannes

(LINK PARA O EVENTO, NO FACEBOOK)

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Em anexo, transcrição de RELEASE redigido por mim – com adaptações -, publicado na mídia e no painel de entrada da exposição da Câmara:

UMA JANELA PARA A ARTE

Na arte estão […] visceralmente unidos os dois aspectos […]: o seu lado techné – do­mínio consciente e intencional de meios com o objetivo explícito de atingir um fim pré-determinado – e ao seu lado “magia” – impulso de reconciliação com uma totalidade, experienciada como radicalmente cindida. (DUARTE, Rodrigo A. P., Arte e Modernidade. Psicol. Cienc. Prof., Brasília, v. 14, n. 1-3, 1994. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98931994000100003&lng=pt&nrm=iso. Acessos em 10 abr. 2012)

Os participantes desta mostra são pessoas de diferentes formações, embora tendo um ponto em comum: a ARTE. São diferentes talentos provenientes de diferentes lugares que se encontram na coletiva “JANELA DAS EMOÇÕES”.

Este grupo de artistas participantes vem trilhando, com sua experiência já acumulada, um caminho sólido e promissor através da utilização de diversos materiais, técnicas múltiplas e texturas diversificadas, variando entre o rigor acadêmico e o traço solto, mesclando o clássico e o contemporâneo.

Nestas “janelas” aparentemente tão distintas, sua proposta resulta, no entanto, no supremo objetivo do evento que os une: o amor à expressão artística. Paixão que, por sua vez, promove a integração entre a emoção da criação artística e a visão – ou, talvez, revisão – filosófica do mundo que nos cerca. Portanto, aqui, diferentes visões de mundo convergem em um ponto comum: o aparente parado­xo do emprego “racional” das técnicas artísticas que leva à “magia” (tal como na citação acima) da reflexão e consequente reconciliação com o mundo e o Universo.

early manifestations of the ‘recycling’ attitude

Yesterday, while taking participation in a discussion forum of my post-grad classes, I’d brought to all colleagues the following reflexion: after al, wasn’t RECYCLING a core idea of the early conceptual art manifestations, hence a true pioneerism in this sense? And isn’t the specific case of readymade nothing more than a proposal for the act of ‘recycling’?

The idea occurred by initially analysing pieces from artists such as Duchamp and Smithson.

Then, within the context of recycling, the recent cases of Brazilian artist/designers such as Polish-born sculptor Franz Krajcberg and designer Campana brothers came to mind:

Alongside with this, a shot on a ‘recycling’ workshop given by Italian designer/professor Aldo Cibic at a Venetian Architecture university, on 2007 (video is in Italian only):

art in food (arty food)

Visually speaking, concerning gastronomy and the food plating topic, a neat presentation should make a lot of difference in dishes’ preparing proccess (plus some GREAT music, like in the 1rst video) – whether artistic or even of the humorous kind.

Such, obviously, includes beverages like coffee (in CafeLatte combinations), which presents delicacies like this.

…Yet few can raise such condition to a stylish, witty level like Brazilian artist (settled in France) Juarez Machado – as follows.

Rembrandt: an Art review

Opening this blog, I here re-publish a review originally posted on an old blog, now deactivated.

A Memorable Experience in Arts

Recently, in the year of 2002, the citizens of Brasilia (Brazil’s capital) had the opportunity to see, for the very first time in Brazil, an exhibition of Rembrandt Van Rijn’s etchings which compiled 83 works in total, of the Dutch-born artist (1603-1669).

The exhibition, entitled Rembrandt and The Art of Engraving (‘Rembrandt e A Arte da Gravura’) and performed at the Centro Cultural Banco do Brasil in Brasilia and also São Paulo, Rio de Janeiro and Recife, was organised by the Netherlands’ Rembrandt House Museum (established in Amsterdam) and gave Brazilian public a unique experience to look at a careful selection of the artist’s most significant works in terms of etching techniques. Although being remembered mainly by his paintings nowadays, Rembrandt was also one of the greatest engravers of his time – a time when Engraving, as a form of art, was as much valued as Painting.

The etching selection demonstrated how Rembrandt did innovate the techniques of such craft, by emphasizing the use of pictorial effects more that line drawing itself, on his engravings. The exhibition included a vast aspect of the subjects striven by the artist, from landscapes and allegories to portraits and nudes.

The exhibition has also shown Rembrandt’s influence on other artists both from his time and from recent times. Alongside to his own selection, an additional show has compiled 40 works collected from several influenced artists like Picasso, among others.

To sum up, this event should be considered as one of the most remarkable Art happenings of the year of 2002, in my memories. It surely has brought, not only for me but for every spectator, an immensely vivid experience of gazing at a compilation of Rembrandt’s true innovative geniality in the art of Etching and Engraving, which remains as one of the major references in Art History, of all times.

copyright © 2005, Iracema Brochado